quinta-feira, 28 de maio de 2009

Humanos-robôs

"Sociedade nojenta, composta por membros hipócritas de ideias alienadas. Sempre fui contra a intolerância, o desrespeito pelo próximo. A medida que o ser humano avança ele regride, continua a construir a linha tênue que separa o que ele acha certo do que o que ele acha errado, tomando seus próprios conceitos sem ao menos conhecê-los, é daí que surge o que conhecemos por preconceito. Esses ideais de superioridade tem suas bases na antiguidade, será que estaríamos forjando um falsa democracia assim como os atenienses na Grécia Homérica? Ou estaríamos nos sujeitando a ideais preconcebidos assim como Hitller, prevendo que nossa classe é melhor que a do outro? Vale ainda salientar que vivemos na época mais conhecida como Idade comteporânea, mais precisamente século XXI. E com todos esses exemplos de intolerância o ser humano ainda não aprendeu a respeitar a cultura, a escolha do seu próximo. A medida que damos um passo a frente em quesitos tecnológicos e "pseudo-sociais" regredimos, equiparando-nos com seres da antiguidade. Isso fica bem claro na passagem para Idade Moderna, quando na Revolução Francesa o homem buscando o "futuro" e a república, opta por utilizar metódos mais grosseiros que os usados pelos homens da Idade Média, para conseguir seu feitio. O que podemos ver são duas linhas paralelas que caminham em sentidos contrários. Não podemos esquecer que o respeito pelo outro e sua cultura, além de sua inclusão na sociedade é um dos pilares básicos do sistema de governo que vivenciamos, a democracia. Porém o ser humano parou de pensar, parou de avaliar e principalmente parou de evoluir. Nascemos para viver em sociedade, e essa não seria perfeita se todos fossem iguais e tivessem as mesmas culturas. A individualidade, a intolerância e o egoísmo se tornaram as principais armas que muitos usam. E é contraditório pensar que o ser humano que se diz um ser pensante, o único animal racional, não consiga evoluir para um estágio que eu chamo de interação. Então o que teremos no futuro? Simples, humanos high-tecs de mentalidade ínfima."

- Estevão Eduardo -

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