Eu quero o mel que escorre lento
Eu quero o doce que explode da fruta madura
Eu quero sentir o toque dos dedos frios
Eu quero a pressão que grita de encanto
Eu quero o hoje em forma de ontem
Eu quero o sabor salgado e morno que sai de você
Eu quero poder desfrutar da inocência perdida
Eu quero o assunto inacabado
Eu quero o olhar que mata e que dá vida
Eu quero o completo em forma de nada
Eu quero a manhã fria aquecida
Eu quero o sonho em forma de realidade
Eu quero penetrar no que eu não conheço
E depois sair, podendo dizer que estarei livre para amar de novo.
- Estevão Eduardo -
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