sábado, 4 de abril de 2009

A quatro palmos do chão



"A chuva de outono caia sobre as árvores, enquanto a brisa matinal tentava apagar as velas que acendiam. Lá fora sobre o brilho fraco do sol fazíamos promessas de amor, enquanto o chuvisco caia sobre o rosto cansado deles. Sabíamos que nunca poderíamos cumprir todas aquelas juras, mas o sonho era a nunca razão pela qual ainda dormíamos."
(Estevão Eduardo)

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