
Hoje assistindo à aula de filosofia (uma das minhas preferidas), o professor lançou uma questão, que como sempre exige muita reflexão: Como podemos mostrar nosso "eu" verdadeiro se estamos cercados por uma muralha de regras?
Muitas pessoas sofrem o transtorno de não ser quem realmente elas querem ser ou são. Isso se dá pelo fato de que convivemos em uma sociedade moldada por regras e costumes que não podem ser quebradas, regras que foram criadas a séculos. Esse transtorno de não poder ser quem realmente é, pode levar a pessoa a um estado emocional grave que pode decorrer ate em suícidio. Muitos recorrem a esse tipo de "saída" para aliviar de uma vez por todas suas dores emocionais, mas será que podemos chamar um suicida de covarde por não querer enfrentar a vida? Não, pois esse ato exige coragem, e muita. Alguns recorrem ao alcoolismo, as drogas e outros preferem tirar a propria vida. Mas o que leva a pessoa a cometer esse ato? Muitos são os motivos, ainda não se sabe ao certo o que se passa na cabeça de uma pessoa que se mata, mas muitos procuram acabar de uma vez por todas com tudo que lhes consome. Mas a questão aqui não é suicidio, e sim incentivar as pessoas a abrir suas mentes pra o revolucionário, para o diferente e desconhecido, afinal como saberemos se algo é ruim sem prova-lo?
Com certeza se as pessoas começassem a escutar mais o próximo sem julga-lo previamente resolveríamos grande parte dos problemas mundias. E isso muitas vezes vem de casa, quando os proprios pais não conversam com os filhos ou querem molda-los a aquilo que eles acham correto, ignorando assim suas ideias e conceitos. Temos que lembrar que os maiores pensadores e revolucionários foram aqueles que quebraram com as regras e conceitos estabelecidos por uma sociedade hipócrita, mostrando assim o que eles pensavam. Dois filmes muito bons são "A sociedade dos poetas mortos" e "O curioso caso de Benjamin Button", que debatem temas como realizações impossíveis.
Isso me lembra muito um trecho do livro "Ensaio sobre a cegueira", de Jose Saramago, que diz:
Muitas pessoas sofrem o transtorno de não ser quem realmente elas querem ser ou são. Isso se dá pelo fato de que convivemos em uma sociedade moldada por regras e costumes que não podem ser quebradas, regras que foram criadas a séculos. Esse transtorno de não poder ser quem realmente é, pode levar a pessoa a um estado emocional grave que pode decorrer ate em suícidio. Muitos recorrem a esse tipo de "saída" para aliviar de uma vez por todas suas dores emocionais, mas será que podemos chamar um suicida de covarde por não querer enfrentar a vida? Não, pois esse ato exige coragem, e muita. Alguns recorrem ao alcoolismo, as drogas e outros preferem tirar a propria vida. Mas o que leva a pessoa a cometer esse ato? Muitos são os motivos, ainda não se sabe ao certo o que se passa na cabeça de uma pessoa que se mata, mas muitos procuram acabar de uma vez por todas com tudo que lhes consome. Mas a questão aqui não é suicidio, e sim incentivar as pessoas a abrir suas mentes pra o revolucionário, para o diferente e desconhecido, afinal como saberemos se algo é ruim sem prova-lo?
Com certeza se as pessoas começassem a escutar mais o próximo sem julga-lo previamente resolveríamos grande parte dos problemas mundias. E isso muitas vezes vem de casa, quando os proprios pais não conversam com os filhos ou querem molda-los a aquilo que eles acham correto, ignorando assim suas ideias e conceitos. Temos que lembrar que os maiores pensadores e revolucionários foram aqueles que quebraram com as regras e conceitos estabelecidos por uma sociedade hipócrita, mostrando assim o que eles pensavam. Dois filmes muito bons são "A sociedade dos poetas mortos" e "O curioso caso de Benjamin Button", que debatem temas como realizações impossíveis.
Isso me lembra muito um trecho do livro "Ensaio sobre a cegueira", de Jose Saramago, que diz:
"O medo cega, já erámos cegos quando cegamos, o medo nos cegou, o medo continuará nos cegando..."
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